Internacional
Netanyahu agradece a Trump por ordem de deportar manifestantes estrangeiros pró-Palestina
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, agradeceu nesta quinta-feira(30) ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por assinar uma ordem executiva para "combater o antissemitismo" e rastrear estudantes e professores estrangeiros que tenh
"Em nome de Israel e do povo judeu, agradeço ao presidente Donald Trump por sua ordem executiva para combater o antissemitismo e o apoio ao terrorismo nos campi universitários americanos", afirmou o primeiro-ministro.
O documento, assinado pelo chefe de Estado na véspera, estabelece que os departamentos de Educação, Estado e Segurança Interna emitirão recomendações para familiarizar as instituições de ensino superior com o monitoramento e a possível denúncia de estudantes estrangeiros que participem dessas manifestações.
"[O objetivo é] garantir que esses relatórios sobre estrangeiros levem, conforme apropriado e de acordo com a legislação aplicável, a investigações e, se justificado, à adoção de medidas para expulsar tais estrangeiros", diz o comunicado.
Numerosos protestos pró-Palestina foram registrados em centros universitários em todo os Estados Unidos ao longo de 2024. Na época, os manifestantes pediam o fim do apoio militar, financeiro e diplomático dos EUA às operações militares de Israel na Faixa de Gaza, lançadas em resposta ao ataque do Hamas em 7 de outubro.
Os estudantes também pediram que as universidades condenassem a campanha militar de Israel em Gaza, além de acabar com investimentos em empresas ligadas a Israel e programas de estudo no exterior em universidades do país.
Trump prometeu, durante a campanha eleitoral, uma operação de deportação em massa de imigrantes. Após assumir o cargo, em 20 de janeiro, decretou emergência nacional na fronteira sul com o México e ordenou enviar milhares de tropas para apoiar as autoridades de imigração na segurança da fronteira.
Além disso, determinou a deportação imediata de todos os imigrantes que ingressassem ilegalmente no país pela fronteira sul.
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