Internacional
'Espingarda hipersônica': porta-aviões dos EUA são indefesos ante míssil russo Oreshnik, diz revista
Os mísseis hipersônicos russos de alcance intermediário Oreshnik, equipados com múltiplas ogivas, têm alta precisão de ataque, o que lhe permite efetivamente deixar os porta-aviões inoperáveis, escreve a revista americana The National Interest.
O artigo observa que o impacto do míssil Oreshnik na fábrica ucraniana Yuzhmash, na cidade de Dnepropetrovsk, é uma ameaça para os porta-aviões de todo o mundo. O míssil causou danos significativos à usina, o que destaca sua poderosa capacidade destrutiva.
O jornal descreve Oreshnik como uma "espingarda hipersônica", que ataca o alvo com múltiplas ogivas que se separam da estrutura principal.
"O míssil não precisa afundar um porta-aviões, é suficiente infligir tal dano a ele para que se torne inoperável, e depois disso ele será forçado a voltar à base", relata a mídia.
Existe também o problema de o custo ser relativo. Não se sabe quanto custa para construir um Oreshnik, mas os analistas o compararam com o ICBM russo Yars, que custou cerca de US$ 30 milhões em 2011, cerca de US$ 40,3 milhões em 2023 (R$ 237 milhões). As estimativas para a construção de um porta-aviões da classe Nimitz variam entre US$ 6,2 bilhões e US$ 11,2 bilhões em 2023 (entre R$ 36,4 e 65,8 bilhões). Isso significa que para cada porta-aviões que os Estados Unidos constroem, os russos podem construir entre 154 e 278 mísseis Oreshnik.
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