Internacional
Blinken admite que os EUA tentam mudar o poder no Irã há 20 anos
O secretário de estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, admitiu que os EUA vêm fazendo experiências nos últimos 20 anos para promover uma mudança de poder no Irã, porém, sem sucesso.
"Se você olhar para os últimos 20 anos, nossos experimentos em mudança de regime não foram particularmente bem-sucedidos", declarou nesta quarta-feira (18).
Blinken observou que Washington tentou "investir" no apoio à população iraniana, mas as autoridades norte-americanas tiveram dificuldade em fazê-lo fora do país.
O secretário de estado lembrou ainda que hoje não existem relações diplomáticas bilaterais com Teerã.
Washington cortou oficialmente as relações com Teerã em 1980, após a chamada crise dos reféns que começou em novembro de 1979, depois que a Revolução Islâmica liderada pelo falecido líder supremo do Irã, o aiatolá Ruhollah Khomeini, derrubou o xá Mohamed Reza Pahlavi, apoiado pelo Ocidente.
Adesão de Kiev à OTAN será questão 'muito desafiadora' para negociações de paz, diz Blinken
A adesão da Ucrânia à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) será uma questão "muito desafiadora" para as negociações de paz com a Rússia.
É o que alertou o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken.
"Acho que é muito desafiador para a Rússia fazer isso [entrar em um acordo com Kiev após a adesão]", disse Blinken.
Promessas vazias
As promessas da União Europeia (UE) e da OTAN de admitir a Ucrânia como membro parecem relativamente "vazias", disse Cui Hongjian, professor da Academia de Governança Regional e Global da Universidade de Estudos Internacionais de Pequim.
Os ministros das Relações Exteriores de Alemanha, França, Reino Unido, Espanha, Itália e Polônia, bem como a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, disseram em 12 de dezembro, após uma reunião em Berlim, que continuam a apoiar as aspirações da Ucrânia em direção à OTAN e à UE.
Anteriormente, o presidente russo, Vladimir Putin, disse que a possível adesão da Ucrânia à OTAN é uma ameaça à segurança da Rússia.
Ele enfatizou que os riscos da entrada de Kiev na aliança foram um dos motivos para o início da operação militar especial na Ucrânia.
Por Sputinik Brasil
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