Internacional
Representante: Sul Global está 'extremamente decepcionado' com fim de audiências do clima em Haia
Uma porta-voz das nações mais vulneráveis às mudanças climáticas expressou, nesta sexta-feira (13), sua "enorme decepção" com a postura das grandes potências poluidoras e solicitou ao tribunal superior da Organização das Nações Unidas (ONU) que as respons
Os juízes da Corte Internacional de Justiça (CIJ) escutaram durante dez dias os argumentos das principais economias globais, que foram refutados por pequenas nações insulares e organizações que defendem os países mais suscetíveis aos impactos das mudanças climáticas.
As audiências evidenciaram as divergências entre os maiores emissores de gases responsáveis pelo aquecimento global e as nações que mais sofrem com as consequências dessas mudanças no clima.
A maioria das grandes economias, como Estados Unidos, China e Índia, defende que a CIJ não deve modificar a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC).
Em nome de um grupo de 79 países da África, Caribe e Pacífico, Cristelle Pratt declarou à mídia estrangeira que há uma "enorme decepção".
"Não podemos depender apenas dos tratados climáticos para enfrentar essa crise global", afirmou Pratt, que é secretária-geral adjunta da Organização dos Estados da África, Caribe e Pacífico (ACP).
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