Internacional
Rússia e Turquia condenam assassinato de líder do Hamas: 'inaceitável'
Turquia condenou 'vergonhoso assassinato'; Haniyeh era aliado de Erdogan
Após a morte do líder político do Hamas, Ismail Haniyeh nesta quarta-feira, a Turquia condenou o "vergonhoso assassinato" do aliado do presidente turco Recep Tayyip Erdogan, segundo o ministério das Relações Exteriores em um comunicado.
Entenda: Quem é Ismail Haniyeh, chefe do Hamas assassinado em ataque 'sionista'
"Condenamos o assassinato do líder do escritório político do Hamas, Ismail Haniyeh, em um vergonhoso assassinato em Teerã," disse o ministério, acrescentando que "este ataque também visa expandir a guerra de Gaza para uma dimensão regional".
Já Rússia denunciou o "assassinato político inaceitável" do chefe do Hamas, disse o vice-ministro das Relações Exteriores.
Haniyeh foi morto em Teerã. O movimento islamista palestino atribuiu o ataque a Israel. Um alto dirigente do Hamas disse que o assassinato do líder do movimento palestino "não ficará impune".
Ele participava da cerimônia de posse do novo presidente do Irã,Masoud Pezeshkian. O comunicado informou que ele e um guarda de segurança iraniano foram alvos no local onde estavam hospedados.
"A residência de Ismail Haniyeh, chefe do escritório político da Resistência Islâmica do Hamas, foi atingida em Teerã, e como resultado deste incidente, ele e um de seus guarda-costas foram martirizados," disse um comunicado no site de notícias Sepah do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica.
Hamas está em guerra com Israel desde outubro na Faixa de Gaza, território que governa desde 2007, desencadeada pelo ataque sem precedentes de seus combatentes contra o sul do Estado hebreu. Haniyeh liderava as operações políticas do Hamas no exílio no Catar.
Israel ainda não se manifestou.
Ibrahim Madhoun, um analista próximo ao Hamas, disse que a morte de Ismail Haniyeh foi "um grande golpe" para o grupo, mas afirmou que isso não o desestabilizaria. Ele mencionou que o Hamas já enfrentou isso antes com as mortes de Ahmed Yassin e Abdel Aziz Rantisi, líderes do Hamas mortos por Israel. A morte do líder político do Hamas, segundo ele, ilustra que não há linhas vermelhas na guerra entre Israel e o Hamas.
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