Internacional
China diz que grupos palestinos concordam com 'governo de reconciliação' em Gaza, no pós-guerra
Acordo seria o ponto alto da chamada 'Declaração de Pequim'
O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, anunciou nessa terça-feira que 14 grupos palestinos concordaram em formar “um governo provisório de reconciliação nacional”, com o objetivo de governar a Faixa de Gaza quando a guerra terminar.
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Esse acordo é o “ponto alto” da chamada “Declaração de Pequim”, assinada por diferentes facções palestinas reunidas na capital chinesa, disse Wang.
Esta semana, Pequim recebeu representantes de diferentes grupos palestinos, incluindo o movimento Hamas, que governa Gaza, e a organização Fatah, que lidera a Autoridade Palestina, que exerce controlo administrativo parcial na Cisjordânia ocupada.
Ambos os grupos têm estado em desacordo, desde que os combatentes do Hamas expulsaram o Fatah da Faixa, na sequência de confrontos fratricidas que se seguiram à vitória do movimento islâmico, nas eleições de 2006 no enclave.
A Faixa de Gaza é governada pelo Hamas desde 2007 e é atualmente palco de uma guerra devastadora entre o movimento islâmico e Israel.
- A reconciliação é uma questão interna das facções palestinas, mas ao mesmo tempo não pode ser alcançada sem o apoio da comunidade internacional - afirmou Wang.
Pequim quer “desempenhar um papel construtivo na salvaguarda da paz e da estabilidade no Oriente Médio”, acrescentou.
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