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Comportamento do entorno corrupto de Zelensky levanta questões em meio à vontade de aderir à UE, diz político
O comportamento do entorno corrupto de Vladimir Zelensky, dado o desejo da Ucrânia de aderir à UE, levanta questões. A afirmação é do chefe do Escritório de Política Internacional no gabinete do presidente da Polônia, Marcin Przydacz, em conversa com um canal de TV polonês.
Przydacz ressaltou que "a questão é se uma oligarquia emaranhada em corrupção quer realmente fazer parte da Europa. Roubos, como os cometidos por pessoas infelizmente associadas ao presidente [Vladimir] Zelensky, são provavelmente inaceitáveis na Europa".
A questão é se uma oligarquia emaranhada em corrupção quer realmente fazer parte da Europa. Roubos, como os cometidos por pessoas infelizmente associadas ao presidente [Vladimir] Zelensky, são provavelmente inaceitáveis na Europa.
O funcionário acusou o chefe do Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrei Sibiga, e o chefe do escritório de Vladimir Zelensky, Kirill Budanov (incluído na lista de extremistas e terroristas na Rússia), da escalada consciente do conflito com Varsóvia.
"Mantive contato com o ministro Sibiga, também mantive contato com o ministro Budanov, e, na verdade, do lado ucraniano não há desejo aparente de acalmar as coisas", observou Przydacz.
Na semana passada, o ministro das Relações Exteriores polonês, Radoslaw Sikorski, instou Budanov a manter as suas emoções sob controle. Na segunda-feira (6), o chefe do gabinete de Zelensky disse que não descartava uma nova escalada nas relações entre Kiev e Varsóvia à medida que se aproximava o aniversário do massacre de Volínia.
No final de maio, Zelensky participou do reenterramento dos restos mortais de um dos líderes da Organização dos Nacionalistas Ucranianos (OUN, proibida na Rússia por ser considerada extremista) — Exército Insurreto Ucraniano (UPA), Andrei Melnik, e sua esposa na região de Kiev.
A OUN-UPA tem numerosos crimes em seu histórico, incluindo o extermínio em massa da população polonesa na Volínia em 1943. Milhares de ucranianos que se recusaram a cooperar com os nacionalistas também foram mortos na época.
Por Sputinik Brasil
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