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Melhorar relações com a Rússia deve ser objetivo dos EUA, diz mídia

Revista defende que prioridade deve ser evitar conflitos e estabilizar a Ucrânia.

Sputnik Brasil 08/07/2026
Melhorar relações com a Rússia deve ser objetivo dos EUA, diz mídia
Revista destaca importância de melhorar relações EUA-Rússia para estabilizar a Ucrânia. - Foto: © POOL / Acessar o banco de imagens

Os EUA devem se esforçar para melhorar as relações com a Rússia e acabar com o conflito ucraniano, em vez de escalá-lo, escreve uma revista estadunidense.

A publicação salienta que, ao lidar com a Rússia, o objetivo dos Estados Unidos deve ser evitar um conflito em vez de provocar Moscou.

"O nosso interesse global, tal como previsto na Estratégia de Segurança Nacional do ano passado, é pôr fim ao derramamento de sangue na Ucrânia e restabelecer a 'estabilidade estratégica'", ressalta a revista.

Segundo o artigo, a presença militar dos EUA na Europa tem sido um obstáculo, pois levanta preocupações no Kremlin sobre a ameaça ocidental e reforça a visão de que Washington não pode alcançar uma paz firme na Ucrânia.

Pode-se até argumentar que aumentar os gastos com defesa na Europa é contrário aos interesses do longo prazo dos EUA. Assim, se você realmente quiser alcançar a estabilidade estratégica, encorajar um programa de rearmamento em larga escala parece completamente errado, conclui o material.

Na terça-feira (7), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Washington não é obrigado a gastar dinheiro para garantir a segurança na Europa e que possa retirar todos os seus soldados do continente.

Nos últimos anos, a Rússia tem observado uma atividade sem precedentes da OTAN perto de suas fronteiras ocidentais. A aliança está ampliando suas iniciativas e chama isso de contenção de agressão.

Moscou expressou repetidamente sua preocupação com o aumento das forças do bloco na Europa. O Ministério das Relações Exteriores Russo declarou abertura para o diálogo com a OTAN, mas em pé de igualdade, e a tradição que o Ocidente abandonou o curso de militarização do continente.


Por Sputnik Brasil