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Quanto custa a vida? Tragédia em salto radical expõe vazio legal e falta de amparo
Fiscalização inadadequada de esportes radicais é tema de debate após acidente trágico em São Paulo.
A trágica morte de uma jovem após saltar de rope jumping sem a corda de segurança conectada, reacendeu o debate sobre a fiscalização de esportes radicais em pontes e viadutos entre Limeira e Cordeirópolis, em São Paulo.
O acidente evidencia a perigosa distância entre a teoria e a prática na regulamentação dessas atividades. No viaduto Sumaré, na capital paulista, a prefeitura proíbe os saltos, mas empresas seguem vendendo ingressos on-line. O local já havia registrado um acidente grave no ano passado, em que a vítima não recebeu amparo dos organizadores.
A realização dessas aventuras em espaços públicos exige autorizações rígidas previstas em leis e decretos municipais, contudo representantes do setor contestam as regras, alegando que a lei não cita nominalmente o rope jump.
Quais são os impactos dessa brecha jurídica, que alimenta divergências e coloca vidas em risco em um mercado que carece de controle efetivo? Para debater o assunto, Rafael Costa e Kaique Santos recebem Ana Carolina Capellini Rigoni, mestre e doutora em educação física; Marco Jota, presidente da Associação Brasileira de Rope Jump e Pêndulo Humano (ABRJP); e Renan Pretti, psicólogo clínico, especialista em saúde mental, dependência química e psicologia do esporte. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
Por Sputinik Brasil
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