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O jovem brasileiro está se afastando das urnas?
Dados preliminares do TSE apontam queda de mais de 20% no alistamento eleitoral de adolescentes de 16 e 17 anos em relação a 2022
Em 2022, o Brasil registrou uma onda de engajamento juvenil, com mais de 2,5 milhões de jovens de 16 e 17 anos solicitando o título de eleitor.
Para 2026, no entanto, esse entusiasmo parece ter perdido fôlego. Dados preliminares do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indicam uma queda superior a 20% no alistamento eleitoral dessa faixa etária, em comparação com o pico registrado quatro anos antes.
Especialistas apontam dois fatores principais para o recuo: a retomada da exigência da biometria presencial, que substituiu o modelo totalmente digital adotado em 2022; e a ausência de grandes mobilizações nacionais voltadas ao público jovem, como a campanha histórica que contou com o apoio da cantora Anitta e de outras celebridades.
Para discutir esse possível afastamento dos jovens da política, Rafael Costa e Kaique Santos recebem o cientista político Victor Escobar e Jade Beatriz, influenciadora digital, embaixadora do programa Pé-de-Meia e ex-presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES).
O conteúdo está disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
Por Sputnik Brasil
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