Geral
Presidente da Abrace defende pauta para reduzir riscos no setor elétrico
Paulo Pedrosa afirmou que a CP 33/2025, o monitoramento prudencial e a autorregulação podem fortalecer a governança do mercado
O presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace Energia), Paulo Pedrosa, defendeu nesta quinta-feira, 18, a importância da CP 33/2025 e da autorregulação da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) para que o setor elétrico supere a atual conjuntura em uma posição mais sólida.
"Há uma pauta contundente com a CP 33, o monitoramento prudencial e a autorregulação, que pode nos levar a uma melhoria efetiva do cenário de risco setorial", afirmou Pedrosa durante participação no Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico (Enase) 2026, no Rio de Janeiro.
Segundo ele, a autorregulação foi aprovada em um processo inspirado nas melhores práticas de mercado e começa a vigorar em agosto. Pedrosa explicou que está em estruturação a área de supervisão dentro da Abraceel e que, em janeiro de 2027, deverão estar instalados os comitês e conselhos responsáveis por analisar os casos.
De acordo com o presidente da Abrace Energia, a entidade já distribuiu a todas as associadas a íntegra do código inicial de processo de conduta. Para ele, a maturidade do mercado exige proatividade para autorregular práticas, sem aguardar intervenções externas, com evolução contínua da governança.
"É um divisor de águas. Nós estamos dentro dessa pauta até o último fio de cabelo", sustentou Pedrosa.
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