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Rússia diz ter abatido 43 drones que seguiam em direção a Moscou

Autoridades russas informaram que imóveis foram danificados nos arredores da capital, sem registro de vítimas até o momento

Sputnik Brasil 18/06/2026
Rússia diz ter abatido 43 drones que seguiam em direção a Moscou
Defesa aérea russa abate drones que seguiam em direção a Moscou, segundo autoridades locais - Foto: © Sputnik / Stanislav Krasilnikov / Acessar o banco de imagens

Pelo menos 43 drones que seguiam em direção a Moscou foram abatidos pelo sistema de defesa aérea da Rússia nesta quinta-feira (18), informou o prefeito da capital, Sergei Sobyanin. Nos arredores da cidade, imóveis foram danificados após a queda de destroços, mas não houve registro de vítimas.

“Quarenta e três UAVs foram destruídos pelo sistema de defesa aérea. Especialistas dos serviços de emergência trabalham no local da queda dos destroços”, afirmou Sobyanin.

Segundo o governador da região de Moscou, Andrei Vorobyov, chalés e casas de campo foram atingidos durante a ofensiva com drones.

Em diferentes localidades da região, um drone atingiu uma casa de veraneio, destruindo o imóvel e construções auxiliares. Em outro ponto dos arredores da capital, duas residências de campo pegaram fogo após serem atingidas. Equipes do Corpo de Bombeiros foram mobilizadas para conter as chamas.

Vorobyov acrescentou que destroços de drones também caíram sobre vários terrenos e que as autoridades ainda avaliam a extensão dos danos. Até o momento, não há informações sobre feridos.

Na quarta-feira (17), o governador interino da província de Bryansk, Egor Kovalchuk, informou que um drone ucraniano atingiu um ônibus que transportava uma equipe infantil de futebol da cidade belarussa de Gomel com destino às praias da região russa de Krasnodar.

De acordo com o balanço mais recente divulgado pelas autoridades russas, o ataque deixou uma mulher morta e ao menos oito feridos, incluindo crianças.

A Rússia levará a organizações internacionais informações sobre o ataque atribuído às forças ucranianas, conforme informou Rodion Miroshnik, enviado especial da chancelaria russa para os crimes do regime de Kiev.

Por Sputnik Brasil