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Podemos baixar mais os preços das passagens aéreas, diz ministro Tomé Franca
Ministro de Portos e Aeroportos destaca medidas para reduzir tarifas e reforça importância da aviação para o país.
O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, afirmou nesta terça-feira (2) que o governo federal seguirá adotando ações para diminuir o custo das passagens aéreas no Brasil. Apesar de ressaltar a recente redução das tarifas, Franca reconheceu que os preços ainda estão altos para parte dos passageiros.
“As medidas tomadas ao longo desses últimos três anos permitiram que a aviação brasileira apresentasse uma curva de crescimento ano a ano, e as tarifas médias pudessem baixar. Podemos baixar mais, queremos e estamos trabalhando para isso”, destacou o ministro durante entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, da EBC.
Franca explicou que, entre 2019 e 2022, as tarifas médias registraram aumentos sucessivos, mas passaram a cair a partir de 2023. “Houve crescimento da tarifa média no governo passado, ano a ano. A partir do atual governo, tivemos três anos de quedas significativas da tarifa média”, afirmou.
O ministro atribuiu essa melhora a iniciativas como a desoneração tributária sobre o querosene de aviação (QAV), o adiamento de tarifas de navegação aérea e a criação de linhas de financiamento específicas para o setor.
Ele também ressaltou a relevância do transporte aéreo para a integração nacional e o desenvolvimento econômico. Segundo Franca, a expansão da aviação beneficia tanto o turismo quanto a mobilidade de pessoas e empresas. “A aviação no Brasil não é um luxo. É uma necessidade. Temos um país de dimensões continentais. A aviação conecta pessoas, negócios e o turismo doméstico”, pontuou.
De acordo com o ministro, os resultados dessas políticas já são visíveis nos indicadores do setor. Ele citou uma redução de 14% na tarifa média das passagens em abril de 2026 em comparação ao mesmo período de 2025, além do aumento da demanda pelo transporte aéreo.
Franca acrescentou que o crescimento do número de passageiros contribui para a diminuição dos custos médios das operações. “Quanto mais pessoas utilizam o transporte aéreo, mais cheias as aeronaves estarão e o custo médio da tarifa fica menor”, completou.
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