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CEO da Nvidia prevê entrada da Marvell no seleto grupo de empresas trilionárias
Jensen Huang destaca papel estratégico da Marvell na infraestrutura de IA e prevê forte valorização impulsionada por demanda global.
O CEO da Nvidia, Jensen Huang, afirmou que a Marvell Technology pode ser a próxima fabricante de chips a alcançar o valor de mercado de um trilhão de dólares, impulsionada pela crescente demanda por hardware de inteligência artificial e pelo avanço dos modelos autônomos.
Durante a feira Computex, em Taipé, ao lado do CEO da Marvell, Matt Murphy, Huang compartilhou sua visão sobre o futuro da infraestrutura de IA, destacando a transição dos tradicionais cabos de cobre para comunicações ópticas de alta eficiência.
"A IA útil chegou", declarou Huang, referindo-se ao desenvolvimento de agentes autônomos de IA capazes de executar tarefas complexas e resolver problemas. Segundo ele, essa evolução está fazendo a demanda pelos produtos da Marvell e da Nvidia "disparar".
A participação conjunta dos executivos reforçou o papel estratégico das redes de interconexão de próxima geração (network fabrics) na nova era da inteligência artificial.
Matt Murphy ressaltou que a próxima grande onda de inovação em IA será impulsionada pela interconexão, e não apenas por processadores ou memória, ressaltando a importância de uma visão mais ampla sobre a eficiência do hardware.
Huang também abordou os desafios de escalar grandes data centers de IA, destacando que a computação está cada vez mais desagregada e distribuída. Para integrar esses sistemas, a indústria dependerá fortemente de conectividade avançada.
"É por isso que a Marvell é tão essencial", afirmou Huang, dirigindo-se a Murphy: "É por isso que você vai ser a próxima empresa de um trilhão de dólares."
Em março, a Nvidia anunciou uma parceria estratégica com a Marvell, investindo US$ 2 bilhões na companhia.
As ações da Marvell fecharam a segunda-feira, 1º, com alta de 7% e continuaram em alta no pós-mercado, superando 15% de valorização no sistema Blue Ocean.
Comentando a migração do setor de cabeamento de cobre para a fotônica em silício (silicon photonics), Huang defendeu uma abordagem equilibrada, sugerindo prolongar ao máximo a vida útil do cobre nos sistemas de IA e adotar links ópticos, mais caros, apenas quando tecnicamente indispensáveis.
Com o aumento da complexidade das cargas de trabalho de IA, o cobre se aproxima de seus limites físicos, acelerando a adoção de soluções optoeletrônicas.
"Você usa óptica onde precisa e usa cobre onde pode", resumiu Huang.
Fonte: Dow Jones Newswires.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
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