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Zona do euro deve enfrentar crescimento fraco e alta de juros pelo BCE, avalia IIF
Instituto projeta que economia europeia seguirá vulnerável a choques energéticos, mesmo com política monetária mais restritiva.
A zona do euro tende a manter um ritmo econômico fraco e seguirá mais vulnerável a choques de energia importada do que os Estados Unidos, segundo avaliação do Instituto Internacional de Finanças (IIF).
Apesar do baixo dinamismo, o Banco Central Europeu (BCE) deve realizar novas altas nas taxas de juros em 2026. O IIF projeta crescimento de 1,6% para a economia da região em 2025, seguido de 0,9% em 2026 e 1,5% em 2027.
O instituto destaca que a atividade fraca deve coexistir com uma pressão inflacionária persistente, o que eleva a probabilidade de o BCE manter o aperto monetário, mesmo diante de condições frágeis de crescimento.
Segundo o relatório, mesmo uma alta moderada nos preços do petróleo e do gás pode impactar diretamente as expectativas de inflação, a formação de salários e os custos industriais em toda a Europa.
Na análise do IIF, o BCE deve promover duas altas de juros em 2026, à medida que a inflação importada se mostra mais difícil de ser ignorada e preocupações com efeitos de segunda ordem ganham relevância.
Em meio aos desafios de ajuste pelo BCE, as taxas de juros de curto prazo devem permanecer sensíveis.
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