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Senado dos EUA veta participação de membros e funcionários em mercados de previsão
Resolução bipartidária, aprovada por unanimidade, proíbe apostas sobre eventos futuros e amplia restrição a servidores do Senado.
O Senado dos Estados Unidos aprovou nesta quinta-feira, 30, uma resolução bipartidária que impede seus próprios membros de utilizarem mercados de previsão, proibindo senadores de apostarem sobre eventos futuros. A medida foi aprovada por unanimidade em votação simbólica e entrou em vigor imediatamente.
A decisão ocorre uma semana após um soldado das forças especiais dos EUA ter sido acusado de usar informações sigilosas para apostar na captura, em janeiro, do então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Parlamentares também manifestaram preocupação com apostas públicas relacionadas à guerra com o Irã.
“Senadores dos Estados Unidos não têm nada a ver com atividades especulativas como mercados de previsão enquanto recebem um salário pago pelo contribuinte”, afirmou o senador Bernie Moreno, republicano de Ohio e autor da resolução. Uma emenda do senador Alex Padilla, democrata da Califórnia, ampliou a restrição para incluir funcionários do Senado.
O líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, democrata de Nova York, classificou a iniciativa como “óbvia” e incentivou tanto a Câmara dos Estados Unidos quanto o governo Trump a adotarem medidas semelhantes.
Mercados de previsão, como a plataforma de apostas Polymarket e sua principal concorrente, Kalshi, têm sido alvo de escrutínio à medida que o setor cresce. A Polymarket, em especial, vem sendo criticada por operar no exterior, fora do alcance dos reguladores dos EUA.
Com informações da Associated Press.
Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
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