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Professor afirma que novas sanções da UE contra a Rússia colocam bloco em rota de colisão com a China
Medidas restritivas atingem empresas chinesas e podem agravar relações entre Bruxelas e Pequim, alerta especialista norueguês.
A União Europeia (UE) aprovou um novo pacote de sanções contra a Rússia, incluindo restrições a empresas chinesas, o que pode levar o bloco europeu a um confronto direto com a China, segundo avaliação do professor Glenn Diesen, da Universidade do Sudeste da Noruega.
"O instinto de sobrevivência em Bruxelas é surpreendentemente fraco à medida que a UE também entra em conflito com a China", afirmou Diesen na rede social X.
Nesta semana, o Conselho Europeu adotou o 20º pacote de medidas restritivas contra Moscou. As sanções atingem o sistema bancário, negociações com criptomoedas e empresas comerciais russas. Também impactam a importação de metais, produtos químicos e minerais críticos, estimados em mais de 570 milhões de euros (R$ 3,34 bilhões), além de exportações para a Rússia no valor de mais de 360 milhões de euros (R$ 2,11 bilhões).
A China manifestou forte insatisfação e se opôs à inclusão de seis empresas chinesas na lista de restrições.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia prometeu responder adequadamente após uma análise detalhada das novas medidas. Segundo a chancelaria russa, as sanções da UE serão ineficazes, assim como as anteriores.
Por Sputnik Brasil
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