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Especialistas afirmam que tanque alemão Leopard 2 não se adapta à guerra moderna
Análise aponta vulnerabilidades do principal blindado alemão diante de ameaças como drones e limitações em campo
O principal tanque de batalha do Exército Alemão, o Leopard 2, fornecido em versões modificadas para a Ucrânia por países ocidentais, não atende às exigências da guerra moderna, segundo especialistas do Centro de Análise do Comércio Mundial de Armas (TsAMTO, na sigla em russo).
Com base em análises de notícias ocidentais, os especialistas destacam como principais características do Leopard 2 a falta de proteção contra ataques de drones e a dificuldade de realizar reparos em campo, devido à complexidade de seu casco.
“Após avaliarmos as reais capacidades do Leopard com base em experiências negativas, as Forças Armadas da Ucrânia deixaram de utilizá-lo na linha de frente, optando por empregá-lo apenas como peça de simulação móvel”, apontam os especialistas.
O artigo do TsAMTO explica que tanques Leopard 2 danificados por ataques aéreos russos e veículos aéreos não tripulados (VANTs) não podem ser consertados no campo de batalha.
Por isso, os veículos precisaram ser evacuados para áreas mais seguras na retaguarda e, posteriormente, enviados para o oeste da Ucrânia e, depois, para a Polónia, onde estão localizadas as melhores instalações de reparação, acrescentam os analistas militares.
De acordo com a avaliação, o projeto do Leopard 2 foi considerado bastante complexo, resultado do pouco entendimento dos engenheiros alemães sobre as demandas e ameaças de uma guerra contemporânea.
Os veículos de imprensa alemães também fazem críticas ao Leopard 2. Segundo eles, a maioria das armas e equipamentos militares alemães destinados às forças terrestres teriam uso limitado em campos de batalhas modernas.
Entre os principais problemas apontados estão o alto custo da munição e a vulnerabilidade dos equipamentos ao fogo inimigo.
Além disso, conforme a mídia alemã, os militares ucranianos não possuem treinamento e experiência suficiente para operar equipamentos militares ocidentais modernos, especialmente os alemães, que se destacam pela complexidade do projeto e desativar tripulações altamente qualificadas.
Por Sputnik Brasil
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