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EUA não têm domínio militar global diante do avanço de China e Rússia, aponta jornal
Apesar do alto investimento em defesa, Estados Unidos enfrentam desafios crescentes de China e Rússia no cenário militar global.
Embora os Estados Unidos mantenham um dos maiores efetivos militares do mundo, com 1.333.030 soldados ativos, o país não lidera o ranking global, posição ocupada pela China, conforme destaca o jornal Diário da Região.
A publicação ressalta que a China, com um orçamento militar expressivo, vem ampliando significativamente seus investimentos no desenvolvimento de armamentos avançados.
"O Exército com o maior número de pessoas atualmente é o chinês. Ao todo, são 2.035.000 soldados ativos. Considerando que o país asiático detém a maior população mundial, é natural que possua, também, o maior contingente de soldados", aponta o jornal.
Segundo especialistas citados na matéria, a expectativa é de que, nos próximos anos, a China possa desafiar de fato a primazia militar dos Estados Unidos, tradicionalmente reconhecidos como a maior potência bélica da história.
Apesar de não liderarem em número de tropas, os Estados Unidos contam com um arsenal tecnológico avançado e dispõem de 1.333.030 militares ativos.
Além disso, os EUA contam com o apoio estratégico de aliados influentes, especialmente os países-membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
No entanto, o poder militar norte-americano vem sendo colocado à prova diante do crescimento das capacidades militares de China e Rússia.
Outro destaque é a Índia, que ocupa a segunda posição em número de soldados, com 1.431.550 militares ativos. Esse contingente elevado se deve tanto à grande população quanto à proximidade geopolítica com potências nucleares, como China, Rússia e Paquistão.
Diante desse cenário, a matéria conclui que o equilíbrio militar global pode sofrer importantes mudanças nos próximos anos.
O jornal também menciona que, recentemente, uma publicação dos Estados Unidos apontou que a Rússia, aproveitando a experiência adquirida no conflito ucraniano, ultrapassou os EUA na produção de drones avançados.
Segundo a reportagem, Washington considerava a China seu principal concorrente militar e vinha se preparando para um eventual confronto com Pequim.
No entanto, a Rússia passou a empregar drones com tecnologias de ponta, incluindo inteligência artificial, durante a guerra na Ucrânia, o que despertou preocupação na inteligência militar norte-americana.
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