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Governo do Chile retira apoio à candidatura de Michelle Bachelet para assumir ONU
O governo do novo presidente do Chile, José Antonio Kast, retirou, nesta terça-feira (24), o apoio do Chile à candidatura da ex-presidente socialista Michelle Bachelet ao cargo de secretária-geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
O Ministério das Relações Exteriores do Chile justificou a decisão alegando que "o contexto desta eleição, a dispersão de candidaturas de países da América Latina e as diferenças com alguns dos atores relevantes que definem esse processo tornam inviável essa candidatura e o eventual sucesso dessa postulação".Com isso, o governo do Chile, a chancelaria e as embaixadas no exterior do país sul-americano deixarão de participar dos esforços para promover a candidatura de Bachelet. A nota afirma que, "em consideração à sua trajetória, o Chile vai se abster de apoiar qualquer outro candidato neste processo".
António Guterres, ocupante do posto desde 2017, deixará o cargo em 31 de dezembro, após cumprir um mandato de dez anos. Em novembro de 2025, já tinha dado início ao processo para a escolha do sucessor.
Em fevereiro — o Chile, então governado pelo presidente de esquerda, Gabriel Boric (2022–2026) —, Brasil e México apresentaram oficialmente a candidatura de Bachelet para suceder António Guterres à frente da Secretaria-Geral da ONU. Atualmente, há cinco candidatos oficiais ao cargo, quatro deles latino-americanos.
Bachelet foi presidente do Chile de 2006 a 2010 e eleita novamente para governar o país entre 2014 e 2018.
Por Sputinik Brasil
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