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Homem que agrediu ex-companheira em elevador é preso novamente em Guarulhos
Ronaldo Ferreira, acusado de espancar a ex-mulher em um prédio comercial, teve prisão preventiva decretada após pedido do Ministério Público.
Ronaldo Ferreira, de 20 anos, acusado de agredir brutalmente a ex-companheira Byanca Aparecida dos Santos com socos na cabeça dentro de um elevador em Guarulhos, na Grande São Paulo, foi preso novamente na noite de sexta-feira, 20. O agressor já havia sido detido em flagrante na terça-feira, 17, um dia após o ataque, mas foi solto após audiência de custódia.
Na quinta-feira, 19, o desembargador Paulo Sorci, da 2ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, atendeu a pedido do Ministério Público e decretou a prisão preventiva de Ronaldo.
O Estadão tenta contato com a defesa do acusado e mantém espaço aberto para manifestação.
Imagens do circuito de segurança mostram a vítima passando pela catraca de um prédio comercial e entrando no elevador, tentando fugir do agressor. Ronaldo corre, consegue alcançá-la e a agride com diversos socos.
O vídeo registra o momento em que a mulher cai no chão, e o agressor continua com as agressões até que outra mulher chega e consegue interromper a violência.
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Estado informou que "policiais civis da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Guarulhos prenderam preventivamente o autor das agressões" e que "demais diligências seguem em andamento para a conclusão do caso".
Ronaldo Ferreira responde a processo por suposta prática de violência doméstica. O caso será analisado pelo colegiado da 2ª Câmara de Direito Criminal.
Segundo o Ministério Público, "consta dos autos que, em 16 de março de 2026, por volta das 9h30, teria agredido fisicamente a vítima, sua ex-companheira, com quem possui um filho de sete meses. A ofendida, ao chegar ao local de trabalho, foi surpreendida pelo custodiado, que a perseguiu até o interior do edifício, pulou a catraca de acesso e passou a desferir-lhe socos dentro do elevador, agressões cessadas apenas com a intervenção de uma testemunha que a acompanhava. Após o episódio, o agressor evadiu-se do local. O delito, no contexto de violência doméstica, teria sido motivado pelo inconformismo com o término do relacionamento e com o recente ajuizamento de ação de alimentos pela vítima".
O desembargador destacou na decisão que a liberdade de Ronaldo "poderá favorecer a reiteração de condutas violentas contra a vítima, colocando em risco também a ordem pública e a paz social".
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