Geral
O algoritmo da guerra: como os sistemas de hackers redefinem conflitos?
Uso de tecnologia e ataques cibernéticos transformam estratégias militares e desafiam conceitos tradicionais de guerra.
O conceito de guerra está sendo profundamente transformado pelo avanço dos recursos digitais.
Recentemente, veio à tona que o Mossad, serviço de inteligência israelense, teria hackeado câmeras de tráfego em Teerã durante anos, com o objetivo de monitorar os deslocamentos e a rotina do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, morto nos recentes ataques realizados por Israel e Estados Unidos. Além disso, a invasão israelense a um aplicativo de calendário religioso revela como a presença digital se tornou uma ameaça constante.
Hoje, a disputa não se limita mais ao poderio de tanques e armamentos, mas à sofisticação dos códigos e softwares empregados. Estaríamos vivendo uma era em que o software domina o campo de batalha? Para debater o tema, Marcelo Castilho entrevista Juliana Zaniboni de Assunção, doutoranda em estudos estratégicos da defesa e da segurança na Universidade Federal Fluminense (UFF), e Fabricio Ávila, presidente do Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia (ISAPE). O programa está disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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