Geral
Revista aponta possível inaptidão de draga-minas dos EUA contra minas iranianas
Navios da classe Independence podem apresentar vulnerabilidades no estreito de Ormuz, segundo análise publicada na The National Interest.
Os navios caça-minas USS Tulsa e USS Santa Barbara, ambos da classe Independence da Marinha dos Estados Unidos, deslocados do golfe Pérsico para a Malásia durante o recente conflito entre Irã e EUA, podem não ser totalmente eficazes no combate às ameaças iranianas. A avaliação é do colunista Peter Suciu, em artigo publicado na revista The National Interest.
O autor destaca que esses navios foram especialmente projetados para operar em regiões estreitas como o Estreito de Ormuz, área estratégica e especial para o tráfego marítimo internacional.
No entanto, segundo o analista, os navios do tipo Independence possuem cascos de metal, o que pode ativar as minas utilizadas pelo Irão.
Essa característica difere dos navios da classe Avenger, que possuem cascos não metálicos justamente para minimizar o risco de detonação de minas durante operações de varredura.
O Financial Times acrescenta que a missão dos EUA para escotar embarcações no estreito de Ormuz pode ser prejudicada pela quantidade insuficiente de vinganças disponíveis.
Segundo o jornal, dos cerca de 74 caçadores da Marinha norte-americana, apenas um terço está atualmente em operação em diferentes regiões do mundo. Outro terço está em preparação para futuras mudanças nos próximos seis meses, enquanto o restante passa por manutenção.
Por Sputnik Brasil
Mais lidas
-
1CAMPEONATO BRASILEIRO
Grêmio empata com Red Bull Bragantino e desperdiça chance de entrar no G-4
-
2TELEVISÃO • NOVELA DAS 6
A nobreza do amor, nova novela das 6 da Globo, destaca aristocracia africana na TV
-
3ALERTA METEOROLÓGICO
Litoral de SP pode registrar em poucas horas chuva prevista para o mês inteiro
-
4DESFALQUE NA DECISÃO
Cássio sofre estiramento no joelho e desfalca Cruzeiro na final do Mineiro; Gerson está liberado
-
5SAÚDE
Anvisa aprova medicamento inovador que retarda avanço do diabetes tipo 1