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Tesouro lança intervenção recorde para conter disparada dos juros em meio à crise no Irã
Recompra de títulos soma R$ 43,6 bilhões em dois dias e supera ações da pandemia; movimento ocorre na semana do Copom
Tesouro intensifica ações para conter alta dos juros
O Tesouro Nacional intensificou as recompras de títulos públicos para tentar conter a disparada dos juros futuros, impulsionada pela escalada do conflito no Irã. Em apenas dois dias, as operações somaram R$ 43,6 bilhões — valor que já supera, em termos nominais, as operações realizadas durante a pandemia de COVID-19.
Segundo dados oficiais, esta é a maior atuação do Tesouro em pelo menos 13 anos, com destaque para os mais de R$ 16 bilhões movimentados apenas na terça-feira (17).
A estratégia tem como objetivo corrigir distorções na curva de juros em um cenário de forte volatilidade internacional. O movimento chama atenção por cometer justamente na semana em que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central define uma nova taxa básica de juros.
De acordo com técnicos ouvidos pela Folha de S.Paulo, a ação segue critérios técnicos e busca evitar custos ainda maiores caso o mercado financeiro se deteriore ainda mais.
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