Geral
Fundador do movimento global Legendários, Chepe Putzu lança livro que propõe transformação a partir do propósito
Lançamento ocorrerá nas cidades de Barueri (SP), Brasília e Goiânia
A frustração não é um erro, mas uma mensagem que precisa ser entendida. É com essa premissa que Chepe Putzu, líder e idealizador do movimento global Legendários, anuncia o lançamento do livro "Bom dia, visão. Boa noite, propósito”, da Editora Gente. A obra, que conta com prefácio de Augusto Cury, tido como um dos psiquiatras mais lidos do Brasil e do mundo, já se encontra em fase de pré-venda. O lançamento acontecerá nesta sexta-feira, dia 20, às 18h, na Livraria Travessa do Shopping Alphaville (Alameda Rio Negro, 111, Alphaville Industrial), em Barueri.
No dia 23 deste mês, às 16h30, o lançamento ocorrerá em Brasília, na Livraria Leitura do Conjunto Nacional (SDN Conjunto A, lojas C-E – 2º Pavimento SDN, CNB - Asa Norte). Já no dia 24, às 18h, o livro será lançado em Goiânia, na Livraria da Vila do Flamboyant Shopping (Avenida Deputado Jamel Cecílio, 3.300, Jardim Goiás).
Em seu livro, Chepe Putzu, ensina que a visão não é um conceito a ser dominado, mas uma presença a ser amada. Ao narrar experiências pessoais e trazer insights valiosos, ele constrói um discurso que recoloca o propósito no centro da existência. “Não há promessas de soluções rápidas, mas verdades ditas com firmeza e uma tese que atravessa o livro: a visão não vem para quem observa, mas para quem se compromete”, diz o autor.
Longe de oferecer fórmulas mágicas ou soluções rápidas, Putzu mergulha em um incômodo comum às pessoas modernas: a sensação de se mover sem direção, cumprindo tarefas vazias. Segundo o autor, o antídoto para esse "viver no automático" não é apenas um plano de metas, mas uma visão real, algo que ele define como uma presença a ser amada. "E se a sua visão não fosse um conceito, mas uma pessoa? Isso muda a maneira como você vive, decide e constrói", instiga Chepe em um dos trechos da obra.
O livro combina insights valiosos com a experiência prática de quem fundou um dos movimentos de masculinidade e espiritualidade mais populares e crescentes do mundo. Os leitores aprenderão:
- A anatomia da frustração: por que o desconforto é o primeiro passo para a responsabilidade?
- O perigo da comparação: como as conquistas alheias podem cegar a sua própria capacidade de construção.
- A revelação da visão: de que maneira ela se manifesta e o que a faz se afastar.
- Legado: como transformar uma visão pessoal em algo que sobreviva à própria existência.
De acordo com Chepe Putzu , há um tipo de inquietação que não desaparece com o tempo. Ao contrário, se intensifica na rotina, mesmo quando tudo parece estar em ordem. É o desconforto de quem sente que está fora de lugar, que se move sem direção, que acorda todos os dias para insistir em tarefas sem sentido. “É a dolorida sensação de estar vivo, mas desconectado de si mesmo, daquilo que poderia, e deveria, ser”, afirma. É justamente isso que ensina, que a visão não é um conceito a ser dominado, mas uma presença a ser amada.
“O livro foi feito para ajudar as pessoas a transformar frustração em responsabilidade e sonho em compromisso”, conclui Chepe Putzu.
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