Geral
Ataques israelenses no Líbano já mataram mais de 20 profissionais de saúde, diz governo libanês
Ministério da Saúde do Líbano denuncia aumento de vítimas em ataques; ONU confirma ferido em missão de paz
Pelo menos 26 profissionais de saúde morreram e outros 51 ficaram feridos no Líbano desde 2 de março, em decorrência de ataques israelenses, segundo o Ministério da Saúde libanês.
"O número total de médicos mortos de 2 de março até hoje é de 26, com 51 feridos. Isso demonstra claramente as ações violentas do inimigo [israelense]", afirmou o ministério em comunicado oficial.
Além das vítimas entre profissionais da saúde, a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL) também foi alvo de ataques no sul do país. Kandice Ardiel, porta-voz da UNIFIL, informou que uma posição da missão da ONU em Meiss ej Jebel foi atingida, provavelmente por fogo pesado de metralhadora, causando um incêndio e ferindo levemente um soldado da paz.
"Na noite passada, uma de nossas posições perto de Meiss ej Jebel foi atingida, provavelmente por fogo pesado de metralhadora. O impacto causou um incêndio e um membro das forças de paz que estava a caminho do abrigo ficou levemente ferido. Iniciamos uma investigação", declarou Ardiel à emissora X.
Entre a madrugada de sexta-feira (13) e sábado (14), 12 profissionais de saúde morreram em um ataque israelense a um centro médico no sul do Líbano.
Segundo o Ministério da Saúde libanês, o total de vítimas fatais dos ataques israelenses desde 2 de março chegou a 773, com 1.933 feridos registrados até o momento.
Mais lidas
-
1DEFESA ESTRATÉGICA
Estados Unidos testam míssil intercontinental Minuteman III com sucesso
-
2CAMPEONATO BRASILEIRO
Grêmio empata com Red Bull Bragantino e desperdiça chance de entrar no G-4
-
3ALERTA METEOROLÓGICO
Litoral de SP pode registrar em poucas horas chuva prevista para o mês inteiro
-
4FUTEBOL
Finalista do Campeonato Alagoano, CRB arrecada mais de 600 kits escolares durante a competição
-
5DENÚNCIA NA PGR
Deputado do Novo protocola notícia-crime contra Moraes e esposa por suposto envolvimento no caso Master