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Estudantes de Arapiraca lançam livro sobre informática na educação

Obra reúne pesquisas desenvolvidas em disciplina do curso de Ciência da Computação e destaca integração entre tecnologia, ensino e formação crítica

12/03/2026
Estudantes de Arapiraca lançam livro sobre informática na educação

Estudantes do curso de Ciência da Computação do Campus Arapiraca da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) lançaram o livro “Informática na educação: um olhar sobre o uso de tecnologias digitais no ensino”, resultado de pesquisas desenvolvidas ao longo da disciplina “Tópicos Especiais em Informática na Educação”. A publicação evidencia o trabalho desenvolvido em sala de aula, e seus impactos para a sociedade.

Organizado pelos professores André Almeida, que ministrou a disciplina, Nathália de Meneses, que atuaram em parceria com o pesquisador José Vitor Abreu, o livro reúne capítulos assinados pelos próprios estudantes da disciplina. Os trabalhos estão distribuídos em três seções temáticas: Fundamentos e Estratégias do Pensamento Computacional; Tecnologias Aplicadas e Gamificação no Ensino; e Inclusão e Acessibilidade Digital.

Segundo o professor André, o tema ganhou centralidade na disciplina diante da crescente influência das tecnologias digitais nos processos educacionais. “Em sala de aula, o debate foi conduzido de forma crítica e reflexiva, estimulando os estudantes a analisar desde questões basilares, como o pensamento computacional, até estratégias de gamificação e o desenvolvimento de recursos voltados à inclusão”, comentou.

Voltada a estudantes, professores, pesquisadores e profissionais interessados na interface entre computação e educação, a obra dialoga com temas como práticas pedagógicas mediadas por tecnologias digitais, pensamento computacional, gamificação, inclusão e acessibilidade

Para o docente, inserir estudantes de computação em pesquisas nessa área contribui para o desenvolvimento de uma postura crítica em relação às tecnologias existentes, e fomenta a criação de teorias e práticas mais consistentes e inovadoras: “A informática na educação não deve ser compreendida como um substituto dos modelos e práticas convencionais que já funcionam, mas como um conjunto de ferramentas capazes de maximizar possibilidades e promover o envolvimento de um número cada vez maior de pessoas”, concluiu.

A publicação está disponível no repositório da Ufal, através do link.