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Dólar encerra estável após liberação de estoques de petróleo

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11/03/2026
Dólar encerra estável após liberação de estoques de petróleo
Dólar fecha estável após liberação de reservas de petróleo, enquanto Ibovespa avança puxado por petroleiras.

A decisão dos países ricos de liberar parte de suas reservas de petróleo ajudou a reduzir as tensões nos mercados. O dólar, que chegou a iniciar o dia em alta, terminou estável, enquanto a bolsa de valores registrou sua terceira alta consecutiva, recuperando parte das perdas desde o início do conflito no Irã.

O dólar comercial fechou esta quarta-feira (11) cotado a R$ 5,159, com leve alta de 0,04%. Pela manhã, a moeda chegou a R$ 5,18, influenciada pelos ataques a cargueiros no Estreito de Ormuz. No entanto, a cotação arrefeceu após a Agência Internacional de Energia (AIE) anunciar a liberação de 400 milhões de barris de petróleo das reservas dos países-membros.

Na mínima do dia, por volta das 12h40, o dólar chegou a R$ 5,14. Após uma breve aceleração à tarde, fechou próximo da estabilidade. Na semana, a moeda norte-americana acumula queda de 1,61%. Em março, registra alta de apenas 0,49%.

O Ibovespa, principal índice da B3, encerrou o dia aos 183.969 pontos, com alta de 0,28%. O indicador oscilou durante o pregão, mas consolidou ganhos ao final, impulsionado principalmente pelas ações do setor de petróleo.

As ações da Petrobras, empresa de maior peso no Ibovespa, lideraram as altas. Os papéis ordinários subiram 4,89%, enquanto os preferenciais valorizaram-se 4,36%.

Após forte recuo na terça-feira (10), o petróleo voltou a subir nesta quarta-feira. O barril do tipo Brent fechou a US$ 93,02, com elevação de 6%. A cotação chegou a avançar 11% após os ataques no Estreito de Ormuz, mas desacelerou com o anúncio da AIE.

Também nesta quarta-feira, o G7 — grupo das sete maiores democracias industriais — concordou em avaliar uma possível escolta a navios no Golfo Pérsico. Líderes do grupo divulgaram uma declaração conjunta após reunião convocada pelo presidente francês, Emmanuel Macron.

*Com informações da Reuters

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