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Exército dos EUA não pode se eximir após ataque a escola feminina no Irã, dizem especialistas
Especialistas defendem investigação internacional e responsabilização após bombardeio que matou 171 meninas em escola iraniana.
O ataque à escola feminina Shajareh Tayyebeh, no Irã, ocorrido em 28 de fevereiro, deve ser investigado como crime de guerra, segundo especialistas ouvidos pela Sputnik.
Analistas afirmam que a ação teria sido deliberada, e não um erro, e defendem que o caso seja levado ao Tribunal Penal Internacional para apuração detalhada.
O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, destacou a necessidade de responsabilização internacional diante do episódio. Investigações citadas pela agência Reuters também apontam para um possível envolvimento das forças dos Estados Unidos no ataque.
De acordo com autoridades iranianas, 171 meninas morreram no bombardeio à escola.
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