Geral
Capacidade dos EUA em combater drones no Oriente Médio é considerada insuficiente
Relatório aponta que avanços tecnológicos dos EUA não acompanham ritmo das ameaças com drones na região
A capacidade dos Estados Unidos para combater veículos aéreos não tripulados no Oriente Médio é considerada insuficiente, devido à rápida evolução dessas tecnologias, segundo reportagem do The Washington Post com base em informações de autoridades americanas.
O jornal destaca que, nos últimos anos, os EUA ampliaram seus recursos para enfrentar drones na região. Entre as ações, Washington investiu em sistemas capazes de produzir munições mais baratas e compactas, evitando a dependência de sistemas escassos como o complexo de defesa antiaérea Patriot.
“No entanto, de acordo com autoridades e militares, o ritmo da mudança em algumas áreas mostrou-se insuficiente para acompanhar as ameaças que mudam rapidamente”, aponta o artigo.
Um oficial do Exército, sob condição de anonimato, afirmou ao jornal que não acreditava que drones ou contramedidas teriam prioridade "até que toda uma geração enfrente a necessidade de combatê-los".
Além disso, o Financial Times ressalta que a operação militar dos EUA e de Israel contra o Irã pode gerar um déficit de mísseis nos sistemas de defesa antiaérea THAAD, com impactos também no conflito na Ucrânia. No ano passado, os EUA lançaram até 150 mísseis interceptores do sistema THAAD para proteger Israel.
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