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Noite de covers decola em Sanremo com Pausini, beijo de dueto e voz de papa
Apresentações 'incendiaram' Teatro Ariston
Anoite dos covers do 76º Festival de Sanremo, o maior evento musical da Itália, decolou nesta sexta-feira (27) com o impacto da apresentadora e cantora Laura Pausini, com a animação dos artistas, com o beijo entre Levante e Gaia, além da voz de papa Francisco.
Para começar, Pausini conquistou o público com "Immensamente", de Umberto Tozzi; "Io Canto", de Riccardo Cocciante; e "Ritorno ad Amare", de Biagio Antonacci, todas presentes em seu novo álbum, "Io Canto 2", acompanhada por dançarinos e bandeiras.
"Cantar é o que me faz sentir mais livre. Cada um de nós tem o direito de ser ouvido, de ser livre e de ser respeitado", afirmou a cantora, que tem uma legião de fãs no Brasil.
Na hora da atração principal, os artistas se apresentaram em duplas, com destaque para Elettra Lamborghini e Las Ketchup, que colocaram o público para dançar com "Aserejé", sucesso de 2002.
Já Mara Sattei e Mecna misturaram rap e melodia em "L'Ultimo Bacio", de Carmen Consoli.
Patty Pravo, que celebra 60 anos de carreira, homenageou a cantora Ornella Vanoni, falecida em novembro, ao final de sua apresentação com a canção "Ti lascio una canzone", de Gino Paoli. Juntando-se a ela no palco esteve o principal bailarino do Teatro alla Scala de Milão, Timofej Andrijashenko.

Por sua vez, Levante e Gaia incendiaram o palco com "I Maschi", de Gianna Nannini, e se beijaram enquanto a câmera se afastava, um detalhe que não escapou ao olhar implacável das redes sociais.
A versão de "Mi sei scoppiato dentro il cuore", de Mina, ficou intensa e envolvente com a voz refinada de Malika Ayane e o talento multifacetado de Claudio Santamaria.
"Não nos resignemos à guerra": ressoou a voz do falecido papa Francisco, encerrando a interpretação de "Su di Noi", de Dargen D'Amico, interpretada por Pupo e com Fabrizio Bosso no trompete.
O Mister X, convidado surpresa da noite, foi Alessandro Siani. No bate-bola com o apresentador Carlo Conti, ele explicou por que "Sanremo é Sanremo" - jingle do festival, que também é uma homenagem ao apresentador Pippo Baudo, falecido recentemente.
"Sanremo é Sanremo", começou Conti, "porque tem 76 anos de música, eventos inesperados, controvérsia, mas ainda é jovem", continuou Siani.
Sanremo "é a única cidade que, quando é mencionada, nada mais precisa ser dito", concluiu.
Outro destaque da noite foi a modelo italiana Bianca Balti.
Vítima de câncer de ovário, ele retornou ao Teatro Ariston um ano após ter vivenciado a doença.
"Agora é possível ver os meus cabelos", disse a ex-musa da Dolce & Gabbana, que na edição de 2025 subiu ao palco para "celebrar a vida".
"Sua história é incrível e você é uma força da natureza, um motivo de orgulho", disse Pausini.
"Sou modelo há 21 anos, mas a doença é algo que muitas pessoas vivenciam. [O câncer] teve um grande impacto sobre mim e estou aqui para celebrar por todos aqueles que sofreram e estão sofrendo", afirmou Balti.
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