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Brasil é o segundo país com mais casos de hanseníase no mundo
Doença ainda enfrenta estigma social, apesar de tratamento gratuito e avanços na rede pública.
Brasil ocupa a segunda posição mundial em casos de hanseníase, ficando atrás apenas da Índia, conforme dados da Organização Mundial da Saúde.
Apesar do tratamento gratuito oferecido pelo Sistema Único de Saúde, a hanseníase — anteriormente chamada de lepra — ainda é cercada de estigmas no Brasil. Em Campo Grande, a professora Simone Ortiz compartilha que o maior desafio durante o tratamento não foram os exames, mas sim o preconceito: a medicação alterou a cor de sua pele, afetando sua autoestima diante do olhar das pessoas.
O Hospital São Julião, que já foi leprosário, tornou-se referência nacional no atendimento gratuito à doença. O dermatologista Augusto Brasil lembra que, até o início dos anos 1990, centenas de pacientes permaneciam isolados, consequência de uma política de segregação que dificultou a reintegração social mesmo após o fim da internação compulsória.
Por Sputinik Brasil
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