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Banco do Brasil nega relação entre alta na inadimplência e Novonor
Instituição afirma que aumento de R$ 3,6 bilhões na inadimplência não está vinculado à ex-controladora da Braskem e esclarece informações após rumores em redes sociais.
O Banco do Brasil negou que, durante a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025, tenha associado o aumento de R$ 3,6 bilhões na inadimplência de sua carteira de títulos e valores mobiliários (TVM) à Novonor, antiga controladora da Braskem, no contexto das negociações para venda de participação na petroquímica.
Rumores circularam na imprensa e em redes sociais, mas o banco esclareceu que, em nenhum momento, mencionou nomes de clientes ao apresentar o balanço do trimestre ou ao abordar o caso específico que impactou os indicadores de inadimplência acima de 90 dias.
Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Banco do Brasil reforçou que seus executivos explicaram que a operação questionada, registrada há anos como TVM com características de crédito, já possuía provisões constituídas em exercícios anteriores, não gerando impacto material sobre o lucro do quarto trimestre de 2025.
A operação foi classificada como inadimplente acima de 90 dias naquele trimestre, porém as negociações para regularização foram concluídas ao final de 2025, com previsão de formalização contratual no primeiro trimestre de 2026.
O banco acrescentou que, ao identificar "interpretações equivocadas" de trechos de uma live circulando nas redes sociais, divulgou nota à imprensa para refutar informações "inverídicas" e recomendou que investidores busquem dados apenas em canais oficiais.
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