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WEG encerra 2025 com lucro líquido de R$ 6,38 bilhões e crescimento de 5,5%

Apesar do avanço anual, empresa registra queda no lucro do último trimestre e redução no caixa líquido.

25/02/2026
WEG encerra 2025 com lucro líquido de R$ 6,38 bilhões e crescimento de 5,5%
Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial - Foto: Nano Banana (Google Imagen)

A WEG encerrou o ano de 2025 com um lucro líquido de R$ 6,38 bilhões, representando um crescimento de 5,5% em relação ao ano anterior. No entanto, no último trimestre do ano, o lucro líquido foi de R$ 1,59 bilhão, uma queda de 3,8% na comparação com o mesmo período de 2024.

Entre outubro e dezembro de 2025, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebtida) atingiu R$ 2,29 bilhões, valor 4,0% inferior ao registrado no quarto trimestre de 2024. No acumulado do ano, o Ebtida somou R$ 9,0 bilhões, alta de 5,8% em relação a 2024, quando totalizou R$ 8,5 bilhões.

A Receita Operacional Líquida (ROL) no último trimestre de 2025 foi de R$ 10,25 bilhões, o que representa uma queda anual de 5,3%. No consolidado do ano, a receita alcançou R$ 40,8 bilhões, crescimento de 7,4% frente ao resultado de 2024.

Segundo o relatório de resultados, 62,1% da ROL do último trimestre veio do mercado externo, enquanto 37,9% tiveram origem no mercado interno. Entre as regiões internacionais, a América do Norte respondeu por 47,9% da receita, seguida pela Europa (25,1%) e Ásia-Pacífico (11,3%).

A empresa destacou ainda que a receita do mercado externo, em reais, foi impactada pela variação cambial. O dólar médio passou de R$ 5,84 entre outubro e dezembro de 2024 para R$ 5,39 no mesmo período de 2025, uma desvalorização de 7,7% em relação ao real.

Em dezembro de 2025, a WEG encerrou o ano com caixa líquido de R$ 2,65 bilhões, abaixo dos R$ 4,12 bilhões registrados ao final de 2024.

Aportes

Os investimentos realizados pela companhia totalizaram R$ 814 milhões no último trimestre de 2025, ante R$ 672,4 milhões no mesmo período do ano anterior. Deste montante, 49,8% foram destinados a fábricas no Brasil e 50,2% a parques industriais e outras instalações no exterior.