Geral
TCU altera confidencialidade de processo sobre caso Master para coibir vazamentos
Mudança restringe ainda mais o acesso a informações sigilosas relativas à atuação do Banco Central no caso Master
O Tribunal de Contas da União (TCU) informou nesta quarta-feira, 11, que a alteração no grau de confidencialidade do processo que fiscaliza a atuação do Banco Central no caso Master foi necessária para evitar vazamentos de informações, especialmente as consideradas sigilosas.
Como revelou o Estadão/Broadcast, os autos do trâmite processual tiveram sua classificação alterada de "sigiloso" para "sigiloso com exigência de autorização específica de leitura".
Em nota, a Corte de Contas explicou que a mudança foi solicitada pela Secretaria-Geral de Controle Externo (Segecex) e aprovada pelo relator do processo, ministro Jhonatan de Jesus.
O TCU também destacou que o procedimento foi comunicado ao Banco Central. "O TCU esclarece que o Banco Central terá acesso a todas as peças processuais sempre que necessário, não havendo qualquer prejuízo ao órgão jurisdicionado", diz o comunicado oficial.
Segundo o TCU, esse tipo de procedimento não é inédito e já foi utilizado em outros processos no tribunal. Na terça-feira, o presidente do TCU, Vital do Rêgo Filho, informou que a área técnica concluiu a inspeção no Banco Central sobre a liquidação do Banco Master. O caso será analisado em plenário após o despacho do relator.
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