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Polícia científica identifica corpo encontrado em Caldas Novas como o de corretora desaparecida
Síndico do condomínio onde Daiane Alves Souza morava confessou o crime e levou a polícia até o local; família aguarda liberação para sepultamento
A Polícia Científica de Goiás confirmou nesta terça-feira, 3, que o corpo encontrado em uma área de mata em Caldas Novas pertence a Daiane Alves Souza, corretora de imóveis que estava desaparecida há cerca de 40 dias, entre 17 de dezembro e 28 de janeiro.
O síndico do Condomínio Amethist Tower, Cléber Rosa de Oliveira, onde a vítima residia, foi preso após confessar o crime. Segundo a polícia, ele levou os agentes até o local onde o corpo foi localizado. O filho do síndico também foi detido.
Em nota, a defesa de Cléber informou que ele está colaborando com as investigações, mas declarou que só irá se manifestar oficialmente após a conclusão do inquérito.
De acordo com comunicado da Polícia Científica de Goiás, "o corpo de Daiane Souza foi devidamente identificado pela metodologia de DNA. Agora, o resultado segue para o Instituto Médico-Legal Aristoclides Teixeira (da Capital), que providenciará a devida liberação do corpo para a família".
Em vídeo enviado à reportagem, a irmã de Daiane, Fernanda Alves, afirmou que os familiares receberam a confirmação da identidade da vítima pelo IML e que a família já está a caminho de Goiânia para retirar o corpo e realizar o sepultamento.
"O que nós temos definido é que o velório e o sepultamento dela será no cemitério Parque dos Buritis, mas o horário nós não temos com exatidão. Vai depender muito do tempo de velório e tudo indica que será no final da tarde amanhã ou na quinta-feira", informou Fernanda.
Daiane Alves Souza, de 43 anos, desapareceu em 17 de dezembro. Imagens de câmeras de segurança registraram a corretora descendo ao subsolo do prédio onde morava, para verificar uma suposta falta de energia em seu apartamento. Desde então, ela não foi mais vista.
A própria Daiane chegou a gravar o trajeto com o celular. As imagens mostram que apenas o apartamento dela estava sem luz — o elevador, corredores e áreas comuns do prédio permaneciam iluminados. A situação levantou suspeitas da família, que acredita que a energia pode ter sido desligada de forma proposital.
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