Geral
Família de Johanisson Lima pede apoio e cria vaquinha para custear processo após assassinato
Amigos e parentes afirmam enfrentar dificuldades financeiras e cobram responsabilização dos envolvidos no crime ocorrido na parte alta de Maceió
Amigos e familiares de Johanisson Carlos Lima Costa, conhecido como Joba, fizeram um apelo público por justiça e apoio após o assassinato do jovem, registrado no dia 23 de janeiro, no bairro da Santa Lúcia, na parte alta de Maceió. A mobilização ganhou força nas redes sociais por meio da divulgação de um vídeo em que o grupo anuncia a criação de uma vaquinha solidária para arrecadar recursos destinados a despesas judiciais e outros custos decorrentes do crime.
Segundo os familiares, além do luto, a família enfrenta uma série de dificuldades financeiras agravadas após a morte de Johanisson. Entre os problemas relatados estão um empréstimo contraído em vida pelo jovem em nome da mãe, a exigência da ex-esposa para a desocupação do apartamento onde ele residia e os custos processuais necessários para acompanhar de perto as investigações e buscar a responsabilização criminal dos envolvidos.
Johanisson Lima tinha 33 anos e atuava como supervisor das categorias de base do Clube de Regatas Brasil (CRB). No dia do crime, ele seguia para pegar uma van que o levaria ao Centro de Treinamento Ninho do Galo, localizado na Barra de São Miguel, quando foi surpreendido pelo autor dos disparos.
Imagens de câmeras de segurança instaladas na região registraram o momento em que o suspeito se aproxima da vítima em uma bicicleta e efetua os tiros, atingindo Johanisson na região da cabeça. Após o ataque, o criminoso deixou o local e, aproximadamente 500 metros depois, teria utilizado uma motocicleta para dar continuidade à fuga.
As investigações seguem em andamento. A Polícia Científica informou que a arma utilizada no homicídio foi identificada após a realização de exame de confronto balístico em três armas apreendidas durante a apuração do caso. O laudo confirmou qual dos armamentos foi efetivamente utilizado no assassinato.
No apelo público, familiares e amigos ressaltam que o crime ainda não foi totalmente esclarecido e destacam a importância da mobilização social para evitar que o caso caia no esquecimento. “Qualquer ajuda faz a diferença. Contribuir ou compartilhar já é uma forma de apoio”, reforçam.
A família afirma que seguirá buscando justiça e cobrando respostas das autoridades para que a memória de Johanisson seja preservada e o crime devidamente esclarecido.
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