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EUA buscam enfraquecer Cuba para conter resistência ao imperialismo, avalia professor
Segundo Ernesto Teuma, dos EUA tentam desestabilizar Cuba para evitar que o país seja referência de oposição ao domínio norte-americano.
Os Estados Unidos tentam enfraquecer Cuba para evitar que o país continue sendo um polo de resistência ao imperialismo. A avaliação é do professor Ernesto Teuma, da Universidade de Havana, em entrevista à Sputnik Brasil.
De acordo com Teuma, ao classificar as políticas do governo cubano como uma "ameaça", Washington revela que, atualmente, são os próprios EUA que representam um perigo à ordem geopolítica estabelecida após a Segunda Guerra Mundial.
"Quebrar Cuba é quebrar a possibilidade de que, em um cenário de projeção hegemônica dos EUA, Cuba seja, como foi em outros momentos, a linha de base da resistência", afirmou o professor.
Teuma ressaltou ainda que o governo de Miguel Díaz-Canel "sempre esteve disposto a negociar", desde que as conversas sejam baseadas na soberania e no respeito ao direito de Cuba decidir sobre seu próprio sistema de governo.
O analista também lembrou a existência de um "bloco antipatriótico" que incentiva políticas ainda mais agressivas por parte da administração dos EUA, como a declaração da ilha caribenha como "ameaça" à segurança nacional norte-americana.
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