Geral
Suspeita de bomba na UPA Vergueiro, em São Paulo, é descartada após inspeção policial
Polícia Militar, GATE, Bombeiros e SAMU foram acionados após objeto suspeito ser encontrado em mochila de paciente; área foi isolada, mas não havia explosivo.
Uma operação de emergência mobilizou, nesta segunda-feira (8), a Polícia Militar de São Paulo (PMSP), o Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE), o Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) após a identificação de um objeto suspeito na mochila de um paciente atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Vergueiro.
A ação conjunta ocorreu na UPA localizada no bairro da Liberdade, região central da capital paulista.
Segundo nota oficial da PM, o caso teve início com uma ocorrência registrada no Metrô de São Paulo, na estação Sé, onde um homem armado com uma faca feriu outra pessoa na mão e também ficou ferido. Ambos foram encaminhados à UPA para atendimento.
Durante o atendimento, a mochila do suspeito começou a vibrar, levantando a suspeita de que pudesse conter um artefato explosivo.
Por precaução, a área em torno da UPA e a rua Vergueiro foram isoladas. Equipes especializadas do GATE e do Corpo de Bombeiros realizaram inspeção técnica no objeto. Após avaliação, foi constatado que não se tratava de explosivo, classificando o item como inofensivo.
De acordo com informações apuradas pela reportagem, a UPA foi liberada e os atendimentos retomados por volta das 14h desta segunda-feira. Até a publicação desta matéria, a administração da unidade e a secretaria municipal responsável ainda não haviam se manifestado publicamente sobre o incidente.
Mais lidas
-
1TECNOLOGIA MILITAR
Revista americana destaca caças russos de 4ª geração com empuxo vetorado
-
2TECNOLOGIA
Avião russo 'Baikal' faz voo inaugural com motor e hélice produzidos no país
-
3VIDA SILVESTRE
Médico-veterinário registra nascimento e primeiros dias de filhotes de tucanuçu
-
4EQUILÍBRIO MILITAR
EUA manifestam preocupação com avanço da aviação embarcada chinesa
-
5ENERGIA NUCLEAR
Financiamento nuclear do BRICS liderado pelo Brasil pode reequilibrar acesso a tecnologias