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Empresário acusado de matar gari segue preso após juiz apontar crime planejado
O empresário Renê da Silva Nogueira Júnior continuará preso preventivamente por suspeita de assassinar o gari Laudemir de Souza Fernandes com um tiro. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (13), durante audiência de custódia, após pedido do Ministério Público.
O juiz Leonardo Damasceno, da Central de Audiência de Custódia de Belo Horizonte, afirmou que o crime apresentou uma sequência de ações que demonstram preparo e intenção, afastando a possibilidade de ato impulsivo.
“Ele já sai com a arma em punho. Parece que o pente da pistola caiu, mas ele teve tempo de recolocá-lo, acionar o mecanismo, preparar o disparo e atirar. Toda essa dinâmica mostra a periculosidade social do agente”, declarou o magistrado.
Preso na última segunda-feira (11) em uma academia de Belo Horizonte, poucas horas após o crime, Renê foi transferido nesta quinta-feira (14) do Ceresp Gameleira para um presídio em Caeté, na Grande BH.
A defesa pediu o relaxamento da prisão, alegando falta de indícios suficientes, mas o pedido foi negado pela Justiça.
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