Geral
Mito ou verdade: ficar estressado com frequência pode deixar o cabelo branco?
A idade exata em que ocorre o envelhecimento dos cabelos é predeterminada pela genética, no entanto, maus hábitos podem ajudar no processo
Você já deve ter ouvido falar: “Não se estressa demais para seus cabelos não ficarem brancos”. Mas será que essa relação é mesmo verdade? Segundo especialistas em dermatologia, sim. O problema estaria na presença do cortisol, hormônio do estresse, na corrente sanguínea.
‘Não é uma fórmula mágica, Yasmin batalhou pela mudança’, diz médico de Brunet sobre dieta que a fez secar em 2 meses
‘A doença foi um dos melhores presentes que recebi na vida’, diz Luciano Szafir sobre ficar 145 dias internado pela Covid
Além do cabelo esbranquiçado, uma pessoa que fica estressada com frequência, ainda pode ter envelhecimento da pele. Então, aquela outra famosa frase antiga dizendo que ficar estressado ou zangado com alguém pode causar rugas, também é verdadeira.
A idade exata em que ocorre o envelhecimento dos cabelos é predeterminada pela genética. No entanto, maus hábitos (como fumar ou má nutrição) podem agravar a taxa de mudança de cor do cabelo.
Outras condições de saúde como anemia, deficiência de vitamina B ou doenças da tireoide também podem acelerar o processo.
Especialistas respondem: qual é o melhor horário para a última refeição do dia?
Especialistas, entretanto, garantem que são necessários mais estudos para confirmar essa relação. Pesquisas feitas na área são pequenas e mostram que pode existir relação, visto que o estresse é um dos fatores que contribuem para esta mudança de cor.
Mais lidas
-
1TECNOLOGIA MILITAR
Revista americana destaca caças russos de 4ª geração com empuxo vetorado
-
2TECNOLOGIA
Avião russo 'Baikal' faz voo inaugural com motor e hélice produzidos no país
-
3VIDA SILVESTRE
Médico-veterinário registra nascimento e primeiros dias de filhotes de tucanuçu
-
4EQUILÍBRIO MILITAR
EUA manifestam preocupação com avanço da aviação embarcada chinesa
-
5ENERGIA NUCLEAR
Financiamento nuclear do BRICS liderado pelo Brasil pode reequilibrar acesso a tecnologias