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Luma de Oliveira posta Paolla Oliveira na Grande Rio e lembra sua fantasia icônica de onça-preta em 1998
Eterna musa da Sapucaí, Luma marcou o carnaval à frente da bateria da Tradição ao usar uma gargantilha com o nome de seu marido na época, o empresário Eike Batista
Grande destaque do primeiro dia de desfiles do Grupo Especial neste domingo (11), a Rainha da Grande Rio, Paolla Oliveira, levantou a Sapucaí ao desfilar como onça, com uma cabeça mecânica que cobria seu rosto e acendia os olhos em alguns momentos do samba. O figurino fez com que Luma de Oliveira, uma das maiores rainhas de carnaval da História, lembrasse do ano de 1998, quando saiu como onça-preta no desfile da Tradição.
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Em seus stories,a aterna musa postou uma foto de uma alegoria da Grande Rio simbolizando o felino e uma imagem de Paolla Oliveira de onça, além de uma imagem sua no desfile da Tradição. A fantasia de Luma é lembrada até hoje por um acessório inusitado: uma gargantilha com o nome Eike, em referência a seu marido na época, o bilionário Eike Batista.
Na legenda das fotos, Luma escreveu: "Onça-preta sendo lindamente homenageada na Grande Rio. Há muitos anos, a bateria da Tradição e eu também a homenageamos no enredo 'Amazônia'". Depois, a modelo postou uma série de fotos de mulheres com fantasias inspiradas na de Luma no desfile de 1998.
Apesar da empolgação com a folia, Luma postou recentemente que estava em casa com suspeita de dengue, em seus stories: "Em casa com suspeita de dengue. Allah lá ôôôô. Sem necessidade isso", com a marchinha "Allah-la-ô", de Haroldo Lobo ao fundo.
Cabeça só para ensaios
Assinado por Bruno Oliveira e Mariana Sued, o figurino de Paolla Oliveira utilizava dois motores para fazer com que a cabeça de onça cobrisse o rosto da atriz, com um controle acionado por ela própria. "Eu mesma apertava. Você acha que a onça vai dar o controle para alguém?", brincou Paolla em entrevista à TV Globo. Paolla precisou fazer cinco provas da peça, até encontrar o tamanho e peso ideal para não comprometer o samba, o sistema e a surpresa.
—A cabeça tem dois motores e um servo motor que é acionado pela Paolla. A gente tem um profissional de tecnologia que vem desenvolvendo esse processo junto com a gente desde setembro — contou Bruno Oliveira, em entrevista ao GLOBO. — Foram feitos vários testes, criamos um protótipo antes da execução da cabeça em si e ela teve uma cabeça só para ensaio.
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