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Vereadores repudiam atitude autoritária de Thiago ML

Cinara Corrêa com assessoria 12/04/2023
Vereadores repudiam atitude autoritária de Thiago ML
Foto: Redes Sociais

Segundo comunicado enviado à imprensa nesta quarta-feira, 12, Thiago ML teria negado a palavra aos vereadores e se recusou a apresentar o requerimento dos 11 parlamentares que cobravam agilidade nos projetos de lei que estão engavetados.

Confira a nota:

Os Vereadores que, abaixo subscrevem, que compõe a maioria absoluta do Parlamento Municipal, vêm a público para esclarecer e trazer a verdade sobre os fatos ocorridos na sessão ordinária realizada no dia de ontem (11/04/2023), bem como para repudiar a conduta autoritária, ditatorial e desequilibrada do Presidente sub judice, o vereador Thiago ML.

Ao ser apresentado em sessão o Requerimento nº 001/2023, assinado pela maioria absoluta da Câmara Municipal, que pedia Urgência Especial ao projetos de lei de extrema relevância ao Município de Arapiraca, dentre eles a suplementação do orçamento, caberia ao Presidente sub judice, Thiago ML, encaminhá-lo, de imediato, para deliberação do Plenário da Casa, conforme determina o art. 147 do Regimento Interno. Porém, para a surpresa de todos os presentes na sessão, o Presidente sub judice, Thiago ML, desrespeitando o Regimento Interno e violando o direito da maioria absoluta da Casa Legislativa, recusou-se a colocar o citado requerimento para deliberação pelo Plenário, bem como negou a palavra aos respectivos Vereadores, alegando que só colocaria a matéria em votação e somente daria a palavra aos parlamentares quando ele bem quisesse.

Em razão da manifesta arbitrariedade e descumprimento do Regimento Interno, por parte do Presidente sub judice, os Vereadores que abaixo subscrevem se retiraram da sessão, como forma de protesto e repúdio aos atos ditatoriais e ilegais de Thiago ML.

Diante do ocorrido na referida sessão, os Vereadores vêm a público para informar à sociedade arapiraquense que tomarão as medidas judiciais cabíveis para se fazer cumprir o Regimento Interno da Câmara Municipal, bem como para evitar que as cenas lamentáveis não voltem a se repetir e, por último, para fazer valer a voz da maioria absoluta do Parlamento Municipal, o que se espera em Estado Democrático de Direito.