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Monumentos ficam às escuras ao redor do mundo contra o aquecimento global
Na noite deste sábado, 26, residências, monumentos, fachadas e prédios históricos em 192 países apagaram suas luzes por uma hora durante uma campanha global chamada Hora do Planeta. A ação anual é uma tradição iniciada pela ONG ambientalista World Wildlife Fund (WWF) em 2007 em Sydney, na Austrália, que visa conscientizar a respeito dos desafios socioambientais da atualidade, como a emergência climática e a perda da biodiversidade.
Conhecido globalmente como Earth Hour, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global. Pelo terceiro ano consecutivo, e ainda no contexto da pandemia, a Hora do Planeta trouxe como tema #ConstruaNossoFuturo e durante o dia contou com várias atividades educativas online.
Monumentos icônicos ao redor do mundo como o Cristo Redentor, Torre Eiffel, Sydney Opera House, Beijing Phoenix Center, Taipei 101, Petronas Towers, Gateway of India, Coliseu, Taj Mahal e o Empire State Building participaram da ação.
A sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, participou. O secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou que “sem proteger o meio ambiente, não será possível prosperar e sobreviver no planeta Terra”. Para ele, a data é “um lembrete de que pequenas ações podem fazer grande diferença”.
No Brasil, além do Cristo Redentor, outros pontos turísticos e monumentos ficaram às escuras por uma hora a partir das 20h30. Apagaram as luzes o Chalé da Pedra (Quixadá – CE), Edifício Matarazzo (SP), Espaço UFMG do Conhecimento (MG), Fonte luminosa da Praça Ari Coelho (MS), as três sedes do Instituto Moreira Salles (RJ, SP e MG), Jardim da Prefeitura Municipal de Campo Grande (MS), MAC (RJ), Monumento aos Pioneiros (MS), Monumento de alusão ao relógio da 14 (MS), Monumento Maria Fumaça (MS), Museu das Minas e dos Metais (MG), Museu Histórico de Santa Catarina (SC), Obelisco (MS), Ponte Octávio Frias de Oliveira (SP), Praça Pantaneira (MS), Teatro Municipal do Rio de Janeiro (RJ) e Viaduto do Chá (SP) entre outros.
Autor: Ana Paula Niederauer
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