Geral
Sesau vai capacitar dentistas da Atenção Básica sobre manejo da criança no atendimento odontológico
Somente deverão ser encaminhadas para os CEOs as crianças especiais, que não possam ser atendidas nas UBSs
A Secretaria de Estado de Saúde (Sesau), por meio da Gerência de Atenção Primária (GAP) e da Assessoria Técnica de Saúde Bucal (ATSB), vai promover nesta quarta-feira (23), das 9h às 11h, a capacitação online “Manejo da Criança no Atendimento Odontológico”, que contará com a participação da odontopediatra Alvane Patrícia Freire.
A ação será realizada no Youtube, clicando aqui e será voltada para os cirurgiões-dentistas dos municípios que integram a I Macrorregião de Saúde. O objetivo da ação será instruir os profissionais sobre as técnicas não farmacológicas utilizadas na hora do atendimento infantil na cadeira odontológica.
Maria de Lourdes Mota, assessora de Saúde Bucal da Sesau, esclarece que a capacitação vai apontar em quais casos os dentistas devem direcionar as crianças para receberem atendimento nos Centros de Especialidades Odontológicos (CEOs) . “Somente deverão ser encaminhadas para os CEOs as crianças especiais, que não possam ser atendidas nas UBSs [Unidades Básicas de Saúde], que tenham impossibilidade de contenção, ou alguma patologia que impeça um atendimento comum”, explicou.

O conhecimento sobre o manejo possibilita que o profissional tome a melhor decisão sobre a técnica ideal a ser utilizada. A ação visa tornar o atendimento mais criterioso e humanizado dentro da Atenção Primária da Saúde, a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS), responsável por mais da metade das demandas em saúde pública.
A odontóloga Alvane Patrícia Freire, especialista em odontopediatria, irá apresentar as técnicas não farmacológicas mais utilizadas para que as crianças não precisem ser direcionadas aos CEOs. “O intuito dessa capacitação será orientar os dentistas da Atenção Básica no manejo comportamental da criança no atendimento odontológico, para tornar o primeiro contato com o dentista prazeroso e, dessa forma, criar um vínculo de confiança com a criança, minimizando o medo, a ansiedade, a birra e dor”, esclareceu a profissional.

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