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‘É injusto usar a arte do outro e não pagar’, diz Menescal
Um dos fundadores da Bossa Nova, o músico Roberto Menescal teme que a medida provisória (MP) “A Hora do Turismo” estimule cortes de arrecadação de direitos autorais além do previsto na proposta do governo. “Na hora que você corta, falam: então corta também do restaurante, da portaria, aí vai cortando… O perigo é esse: abrir a porta.”
Menescal é presidente da Associação Brasileira de Música e Artes (Abramus). O músico compôs “O Barquinho”, entre outras referências da Bossa Nova.
A proposta prevê isentar a cobrança sobre músicas executadas em quartos de hotéis e cabines de barcos turísticos. “Acho injusto usar a arte do outro e não querer pagar por ela.”
Para Menescal, o valor sobre cada quarto de hotel é baixo, mas importante para a classe artística. O músico disse que buscará diálogo com o governo. “A gente vai tentar bater um papo. Vem cá, vamos sentar aqui e a gente resolve. Está faltando só isso.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Autor: Mateus Vargas
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