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Hemoar recebe novos refrigeradores para acondicionar bolsas de sangue

05/05/2012

        Com o objetivo de garantir mais qualidade do sangue coletado, processado e distribuído pelo Hemocentro Regional de Arapiraca (Hemoar), a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) adquiriu dois novos refrigeradores para a unidade. Os novos equipamentos, que foram adquiridos por R$ 24 mil, serão utilizados na Dispensação e Fracionamento, onde ocorre o armazenamento e liberação dos hemocomponentes.

Na última quarta-feira (2) os dois refrigeradores foram montados no Hemoar e a partir desta sexta-feira (4) já estão em funcionamento. Atendendo as especificações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), eles estão em sintonia com o que há de mais moderno no mercado de equipamentos para bancos de sangue, segundo o técnico do Setor de Manutenção da Hemorrede Pública de Alagoas, José Barbosa.

Os dois refrigeradores passam a funcionar com temperaturas que variam de 4ºC a 8ºC, assegurando a qualidade do sangue que será distribuído pelo Hemoar para os habitantes das Regiões do Agreste e do Sertão de Alagoas. “Com este investimento, estaremos cumprindo nossa missão, que é fornecer sangue e hemocomponentes com qualidade e em quantidade suficiente à demanda transfusional do Estado”, destacou o gerente do Hemoar, Márcia Rocha.

Novos investimentos

Segundo a gerente do Hemoar, novos investimentos serão realizados no órgão ainda este ano. De acordo com Márcia Rocha, até o final deste semestre, a unidade estará contando com uma unidade móvel para realizar coletas externas de sangue em diversos bairros de Arapiraca e municípios do Agreste e do Sertão do Estado.

“Também estaremos realizando uma reforma na estrutura física do prédio do Hemoar, que necessita de adequações para atender a demanda de doadores voluntários de sangue e todos os laboratórios e parte administrativa. Uma ação que estará sendo possível graças ao empenho do secretário de Estado da Saúde, Alexandre Toledo, sensível à política de sangue do Estado, por entender que sangue é vida e, sem ele, muitas pessoas podem morrer”, destacou Márcia Rocha.