Finanças
Queda do dólar impacta cotação para turistas; euro também recua
Dólar turismo é negociado a R$ 5,60 e euro a R$ 6,68 nas principais casas de câmbio do país
Com a recente queda do dólar comercial, o dólar turismo também apresentou estabilidade e fechou esta quarta-feira cotado entre R$ 5,50 e R$ 5,60 nas principais casas de câmbio do Rio de Janeiro e de São Paulo.
O euro turismo acompanhou o movimento da moeda americana e foi negociado a R$ 6,68. Esses valores já incluem o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
Variação nas casas de câmbio
No Rio, por volta das 10h, a JW Câmbio Turismo vendia o dólar a R$ 5,55, enquanto a Casa Aliança cotava a R$ 5,53 e a Casa Câmbio, a R$ 5,50.
Em São Paulo, a Orion chegou a ofertar a moeda americana por R$ 5,58, a maior cotação registrada no período da manhã entre os estabelecimentos monitorados.
Ao longo do dia, as variações foram discretas. Às 15h, a JW Câmbio Turismo passou a vender o dólar a R$ 5,50 e a Casa Aliança a R$ 5,56. A Casa Câmbio manteve a cotação em R$ 5,50 e a Orion voltou a vender dólar por R$ 5,60.
Euro turismo segue tendência
Pela manhã, o euro turismo variou entre R$ 6,50 e R$ 6,68: R$ 6,60 na JW Câmbio, R$ 6,64 na Casa Aliança, R$ 6,50 na Casa Câmbio e R$ 6,68 na Orion.
No período da tarde, os valores permaneceram estáveis ou registraram leves altas. A JW Câmbio manteve o euro em R$ 6,60; a Casa Aliança elevou a cotação de R$ 6,64 para R$ 6,68; enquanto a Casa Câmbio e a Orion mantiveram os preços em R$ 6,50 e R$ 6,68, respectivamente.
Cenário internacional influencia cotação
Após declarações do ex-presidente Donald Trump sobre a desvalorização do dólar, a moeda americana atingiu o menor nível desde o início de 2022 frente a seus principais pares globais, com queda de até 1,2% segundo índice da Bloomberg.
No Brasil, o dólar abriu a quarta-feira em queda de 0,20%, cotado a R$ 5,1953. Na terça-feira, a moeda fechou no menor valor do ano, com investidores atentos a uma possível intervenção cambial no Japão.
Durante a manhã, o dólar operou próximo à estabilidade, com leve viés de alta, após o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, descartar a possibilidade de intervenção no mercado para fortalecer o iene japonês.
— Os Estados Unidos absolutamente não estão intervindo no mercado cambial para fortalecer o iene — afirmou Bessent em entrevista à CNBC.
A declaração ajudou a conter as oscilações recentes, marcadas pela valorização do dólar e desvalorização do iene.
No fechamento desta quarta-feira, o dólar manteve-se praticamente estável no Brasil, influenciado pelo cenário internacional e pela decisão do Federal Reserve (Fed), banco central americano, de manter inalterada sua taxa de juros.
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