Finanças
Trump assina ordem executiva e reduz tarifas sobre carne, tomates, café e bananas
Reduções tarifárias têm efeito retroativo e passam a valer a partir das 12h01 (horário de Nova York) de 13 de novembro
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta sexta-feira uma ordem executiva que reduz tarifas sobre carne bovina, tomate, café e banana. A medida busca diminuir os custos de produtos de supermercado, em meio à crescente pressão dos concorrentes para a redução dos preços de itens essenciais.
Segundo a Casa Branca, as isenções tarifárias abrangem produtos que não são produzidos em quantidade suficiente nos EUA para suprir a demanda interna. Além das quatro commodities principais, centenas de outros itens alimentares — como cocos, nozes, abacates e abacaxis — também foram listados para isenção. As reduções têm efeito retroativo, válidas a partir das 12h01 (horário de Nova York) de 13 de novembro.
A iniciativa reflete a nova ênfase do governo Trump em políticas de acessibilidade, diante da cautela dos representantes quanto à economia sob sua liderança. Trata-se ainda de um reconhecimento tácito de que as políticas tarifárias do próprio presidente foram desenvolvidas para a alta dos preços ao consumidor americano.
Um funcionário da Casa Branca, que preferiu não se identificar, afirmou que Trump está cumprindo a promessa de negociar acordos comerciais e ajustar tarifas conforme necessário.
O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, antecipou o anúncio, destacando que a decisão faz parte da estratégia de criar isenções para setores e produtos essenciais. “Agora é o momento certo para liberar alguns desses itens que o presidente já havia sinalizado”, disse Greer. “Isso é um desdobramento natural do que o presidente prometeu, e é isso que ele está fazendo hoje.”
Apesar de rejeitarem críticas sobre o impacto das tarifas no custo de vida, Trump e as autoridades americanas admitem a necessidade de medidas adicionais para conter os preços elevados que preocupam a população há anos.
Trump tem defendido publicamente as tarifas, argumentando que os impostos de importação são, em parte, compensados por reduções de preços dos vendedores, o que suavizaria o impacto para os consumidores.
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