Esportes
João Fonseca avança à terceira rodada do Madrid Open após desistência de Cilic
Brasileiro segue no torneio sem entrar em quadra e aguarda adversário entre Rafael Jodar e Alex de Minaur
João Fonseca garantiu vaga automática na terceira rodada do Madrid Open nesta sexta-feira, 24, após a desistência do croata Marin Cilic. O anúncio foi feito pela organização do torneio poucas horas antes do início previsto para a partida. O motivo da saída do tenista de 37 anos, atual número 51 do ranking e ex-top 3 mundial, não foi divulgado.
Como cabeça de chave, Fonseca não precisou disputar a primeira fase da competição. Agora, o carioca espera o resultado do confronto entre o espanhol Rafael Jodar e o australiano Alex de Minaur para saber quem será seu próximo adversário. O duelo está programado para domingo, ainda sem horário definido.
Aos 19 anos, esta será a terceira participação de João Fonseca no Madrid Open, mas a primeira como cabeça de chave. Em 2024, ele foi eliminado pelo britânico Cameron Norrie e, no ano passado, caiu diante do americano Tommy Paul.
Atualmente ocupando a 31ª posição no ranking mundial, Fonseca vive fase ascendente na temporada. O brasileiro vem protagonizando partidas equilibradas contra nomes de destaque do circuito, como Jannik Sinner, Carlos Alcaraz e Alexander Zverev.
"Foram duas semanas muito boas, com bons resultados contra bons jogadores. Derrotas difíceis, mas em que consegui fazer bons jogos. Venho para cá com bastante confiança e, depois de um tempo prejudicado por falta de ritmo e lesão, consegui concretizar o meu nível de jogo", afirmou Fonseca em entrevista recente à ESPN.
Mais lidas
-
1ANÁLISE MILITAR
Caça russo Su-35S é considerado superior ao F-16 e F-22 por especialista
-
2CULTURA
Marcello Novaes participa de show da banda dos filhos Diogo e Pedro
-
3FUTEBOL
Náutico vence a Ponte Preta e fica na parte de cima da tabela da Série B do Brasileirão
-
4TECNOLOGIA & MÍDIA
GloboPop é novo aplicativo de vídeos verticais para novelinhas e criadores de conteúdo
-
5POLÍTICA E ECONOMIA
Lindbergh critica postura de Galípolo e aponta corporativismo no caso Banco Master